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CChame
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Ficou
Dificil?
Chame por Ele...
Você não precisa saber como orar,
Você só precisa saber como
chamar este nome Jesus.
Bradando em fervor oi sussurrando
em tremor, Em meio a multidões
ou
a sós com o Senhor, diga:
-
“Jesus”. Jesus, como eu amo este
nome,
Jesus, Ele é o mesmo a cada dia.
Jesus,
ele é o amado da minha alma.
Jesus,
há poder neste nome.
Jesus,
A minha vida transformou.
Jesus
meu salvador e o meu senhor.
“
Se o meu povo, que se chama pelo
meu
nome, se humilhar e orar e
buscar a minha face, e se desviar dos
seus
maus caminhos, então eu
ouvirei do céu, e perdoarei os seus
pecados,
e sararei a sua terra”
II Cro-7,14
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Deus está vivo
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Martinho Lutero, o grande teólogo do século
XVI experimentou certa vez um longo período
de preocupação e abatimento. Um dia a sua
esposa vestiu roupas pretas como se estivesse
de luto.
“Quem morreu?” perguntou
Lutero.
“Deus,” disse
a sua esposa.
“Deus!” disse
Lutero, horrorizado.
“Como podes dizer tal coisa?”Ela
replicou:
“Estou
apenas a revelar a forma como estás a viver.”
Lutero percebeu que ele estava realmente a viver
como
se Deus não mais estivesse vivo ou não mais
os estivesse a observar com amor. Ele mudou o seu
aspecto de tristeza para uma atitude de gratidão.
Ocasionalmente também nós vivemos como se Deus
estivesse morto. Quando estamos desanimados podemos
virar-nos para a Bíblia. Alguns dos seus escritores
enfrentaram tempos desanimadores e áridos, mas todos
eles
tiveram um hábito em comum que os impediu de
se tornarem amargos: ao darem graças a Deus.
Por exemplo, Davi escreveu:
“Tornaste o meu pranto em folguedo…
Senhor meu Deus, eu Te louvarei para sempre”
(livro de Salmos capítulo 30 versos 11 e 12).
Ir ao encontro de cada situação com ação de graças
não
é negar
a dificuldade. Isso ajuda-nos a ver essas situações segundo
a
perspectiva de Deus - ou seja, como oportunidades para
descobrir o Seu poder e amor.
Sempre que expressas gratidão a Deus numa situação difícil,
estás a declarar: “Deus está vivo!”
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Envelheço
Envelheço quando me fecho para as novas
idéias
e me torno radical...
Envelheço quando o novo me assusta e minha
mente
insiste no comodismo...
Envelheço quando meu pensamento abandona a
casa
e retorna sem nada...
Envelheço quando me torno impaciente,
intransigente
e não consigo dialogar...
Envelheço quando penso muito em mim mesmo
e
me esqueço dos outros...
Envelheço quando penso em ousar mas temo o
preço
da ousadia...
Envelheço quando permito que o cansaço e o
desalento
tomem conta da minha alma...
Envelheço quando tenho chance de amar mas
vence
o medo de arriscar...
Envelheço quando paro de lutar...
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Par Perfeito
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Era uma vez um anjinho muito
distraído chamado AMOREL, que recebeu
uma incumbência de Deus:
- AMOREL, acabo de inventar os humanos.
Eles estão classificados como homem e
mulher, cada um tem seu par e já estão
todos alinhados de par em par. Pegue esta
bandeja de humanos e leve para que eles
habitem a Terra.
AMOREL ficou contente pois, há muito
tempo, o Senhor não o chamava para tão
nobre trabalho. O anjinho pegou a
bandeja e ao virar uma esquina lá no céu,
trombou com uma anjinha chamada
AMANDA.
A bandeja voou longe, e todos os casais de
humanos se misturaram.
AMOREL e AMANDA ficaram
desesperados e foram contar para Deus o
ocorrido e o Senhor falou: - Vocês
derrubaram, vocês juntarão! Porém, parece
que Deus se esqueceu que os anjinhos
eram distraídos. E é por isso que a cada dia
os casais se juntam e se separam. Os dois
anjinhos, trabalham incessantemente para
que os casais originais se encontrem.
O trabalho é muito difícil, tanto é, que por
muitas vezes eles juntam casais errados,
pois os humanos espalhados ficam
inquietos e cobram o serviço dos anjinhos,
o tempo todo. Quando os humanos se
mostram muito desesperados, os anjinhos
unem dois desesperados, mas logo depois
percebem o engano e os separaram, e por
muitas vezes, esta separação é brusca, pois
não se tem tempo a perder.
Recebi um bilhete dos dois anjinhos e vou
mandar pra você agora.
"Se você é um humano, queremos pedir
desculpas pela nossa distração,
pois errar
não é só humano! Estamos
trabalhando
com empenho, porém, sempre
contando
com a ajuda de vocês. Não se
desesperem
mas também, não se isolem.
Tentem se mostrar realmente, quem é cada
um de vocês, pois a medida que
cada um
mostrar o que é de verdade, vai
tornar o
nosso trabalho mais fácil.
Aproveitamos a
oportunidade, para nos
desculpar pelas
separações abruptas, sabemos
que elas
geram muito transtorno, mas se
nós o
separamos de alguém, é por que
em algum
canto vimos alguém bem mais
parecido e
por isso precisamos isolá-los
para facilitar
o encontro."
Autor desconhecido
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O Rei e suas 4 Esposas
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Era uma vez... um rei que tinha 4 esposas.
Ele amava a 4ª esposa demais, e vivia dando-lhe lindos presentes,
jóias e roupas caras. Ele dava-lhe de tudo e sempre do melhor.
Ele também amava muito sua 3ª esposa e gostava de exibi-la aos
reinados vizinhos.
Contudo, ele tinha medo que um dia, ela o deixasse por outro rei.
Ele também amava sua 2ª esposa.
Ela era sua confidente e estava sempre pronta para ele, com
amabilidade e paciência.
Sempre que o rei tinha que enfrentar um problema, ele
confiava nela para atravessar
esses tempos de dificuldade.
A 1ª esposa era uma parceira muito leal e fazia tudo que estava ao
seu alcance para manter
o rei muito rico e poderoso, ele e o reino.
Mas, ele não amava a 1ª esposa, e apesar dela o amar profundamente,
ele mal tomava
conhecimento dela.
Um dia, o rei caiu doente e percebeu que seu fim estava próximo.
Ele pensou em toda a luxúria da sua vida e ponderou:
É, agora eu tenho 4 esposas comigo, mas quando eu morrer, com
quantas poderei contar?
Então, ele perguntou à 4ª esposa:
Eu te amei tanto, querida, te cobri das mais finas roupas e jóias.
Mostrei o
quanto eu te amava cuidando bem de você. Agora que eu
estou morrendo, você é capaz de morrer
comigo, para não me deixar sozinho?
De jeito nenhum! respondeu a 4ª esposa, e saiu do quarto sem sequer
olhar para trás.
A resposta que ela deu cortou o coração do rei como se fosse uma
faca afiada.
Tristemente, o rei então perguntou para a 3ª esposa:
Eu também te amei tanto a vida inteira. Agora que eu estou morrendo,
você é capaz de morrer comigo, para não me deixar
sozinho?
Não!!!, respondeu a 3ª esposa.
A vida é boa demais!!! Quando você morrer, eu vou é casar de novo.
O coração do rei sangrou e gelou de tanta dor.
Ele perguntou então à 2ª esposa:
Eu sempre recorri a você quando precisei de ajuda, e você sempre
esteve ao meu lado.
Quando eu morrer, você será capaz de morrer comigo,
para me fazer companhia?
Sinto muito, mas desta vez eu não posso fazer o que você me pede!
respondeu a 2ª esposa.
O máximo que eu posso fazer é enterrar você!
Essa resposta veio como um trovão na cabeça do rei, e mais uma vez
ele ficou arrasado.
Daí, então, uma voz se fez ouvir:
Eu partirei com você e o seguirei por onde você for... O rei
levantou os olhos e
lá estava a sua 1ª esposa, tão magrinha, tão mal
nutrida, tão sofrida...
Com o coração partido, o rei falou:
Eu deveria ter cuidado muito melhor de você enquanto eu ainda
podia...
Na verdade, nós todos temos 4 esposas nas nossas vidas...
Nossa 4ª esposa é o nosso corpo.
Apesar de todos os esforços que fazemos para mantê-lo saudável e
bonito,
ele nos deixará quando morrermos...
Nossa 3ª esposa são as nossas posses, as nossas propriedades, as
nossas riquezas.
Quando morremos, tudo isso vai para os outros.
Nossa 2ª esposa são nossa família e nossos amigos. Apesar de nos
amarem muito
e estarem sempre nos apoiando, o máximo que eles
podem fazer é nos enterrar...
E nossa 1ª esposa é a nossa ALMA, muitas vezes deixada de lado por
perseguirmos,
durante a vida toda, a Riqueza, o Poder e os Prazeres
do nosso Ego...
Apesar de tudo, nossa Alma é a única coisa que sempre irá conosco,
não importa
aonde formos...
Então...
Cultive...
Fortaleça...
Bendiga...
Enobreça...
sua Alma agora!!!
É o maior presente que você pode dar ao mundo...
e a si mesmo.
Deixe-a brilhar!!! |

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Deixe a Raiva Passar
Mariana ficou toda feliz porque ganhou de presente um
joguinho
de chá, todo azulzinho, com bolinhas amarelas.
No
dia seguinte, Julia sua amiguinha, veio bem cedo
convida-la
para brincar.
Mariana não podia porque ia sair com sua mãe naquela
manha.
Julia, então, pediu a coleguinha que lhe
emprestasse
o seu conjuntinho de chá para que ela
pudesse
brincar sozinha na garagem do prédio.
Mariana não queria emprestar, mas, com a insistência da
amiga,
resolveu ceder, fazendo questão de demonstrar todo
o
seu ciúme pôr aquele brinquedo tão especial.
Ao regressar do passeio, Mariana ficou chocada ao ver o seu
conjuntinho
de chá jogado no chão. Faltavam algumas
xícaras
e a bandejinha estava toda quebrada.
Chorando e muito nervosa, Mariana desabafou: Esta vendo,
mamãe,
o que a Julia fez comigo?
Emprestei o meu brinquedo, ela estragou tudo e ainda
deixou
jogado no chão. Totalmente descontrolada, Mariana
queria,
porque queria, ir ao apartamento de Julia pedir
explicações.
Mas a mamãe, com muito carinho, ponderou:
- Filhinha, lembra daquele dia quando você saiu com seu
vestido
novo todo branquinho e um carro, passando, jogou
lama
em sua roupa?
Ao chegar a sua casa você queria lavar imediatamente
aquela
sujeira, mas a vovó não deixou.
Você lembra do que a vovó falou? Ela falou que era para
deixar
o barro secar primeiro. Depois ficava mais fácil
limpar.
Pois e, minha filha! Com a raiva e a mesma coisa.
Deixa a raiva secar primeiro. Depois fica bem mais fácil
resolver
tudo. Mariana não entendeu muito bem, mas
resolveu
ir para a sala ver televisão.
Logo depois alguém tocou a campainha. Era Julia, toda sem
graça,
com um embrulho na mão. Sem que houvesse tempo
para
qualquer pergunta, ela foi falando:
- Mariana, sabe aquele menino mau da outra rua que fica
correndo
atras da gente?
Ele veio querendo brincar comigo e eu não deixei. Ai ele
ficou
bravo e estragou o brinquedo que você havia me
emprestado.
Quando eu contei para a mamãe ela ficou preocupada e foi
correndo
comprar outro brinquedo igualzinho para você.
Espero
que você não fique com raiva de mim.
Não foi minha culpa.
Não tem problema, disse Mariana, minha raiva ja secou.
E, tomando a sua coleguinha pela mão, levou-a para o
quarto
para contar historia do vestido novo que havia
sujado
de barro.
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As Bananas
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uma experiência científica um grupo de cientistas,
colocou cinco macacos numa jaula.
No meio uma escada e sobre ela um cacho de bananas.
Quando um macaco subia na escada para pegar as bananas, os
cientistas jogavam um jato de água fria nos que
estavam no chão.
Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros
o pegavam e batiam muito nele.
Com mais algum tempo, nenhum macaco subia mais a escada, apesar da
tentação das bananas.
Então os cientistas substituíram um dos macacos por um novo. A
primeira coisa que ele fez foi subir a escada,
dela sendo retirado pelos outros que o surraram.
Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não mais subia
a escada.
Um segundo foi substituído e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro
substituto participado com entusiasmo da surra
ao novato.
Um terceiro foi trocado e o mesmo ocorreu.
Um quarto e, afinal, o último dos veteranos foi substituído.
Os cientistas então ficaram com o grupo de cinco macacos que,
mesmo nunca tendo tomado um banho frio,
continuavam batendo naquele que tentasse pegar as bananas.
Se fosse possível perguntar a algum deles porque eles batiam em
quem tentasse subir a escada, com certeza a
resposta seria: "Não
sei, mas as coisas sempre foram assim por
aqui".
Albert Einstein dizia: "É mais fácil desintegrar um átomo que um
preconceito". |

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A importância do Perdão
O
pequeno Zeca entra em casa, após a aula, batendo forte os seus pés
no
assoalho
da casa. Seu pai, que estava indo para o quintal para fazer alguns
serviços
na horta, ao ver aquilo chama o menino para uma conversa.
Zeca, de oito anos de idade, o acompanha desconfiado. Antes que seu
pai
dissesse
alguma coisa, fala irritado:
- Pai, estou com muita raiva. O Juca não deveria ter feito aquilo
comigo.
Desejo tudo de ruim para ele.
Seu pai, um homem simples mas cheio de sabedoria, escuta calmamente
o filho
que
continua a reclamar:
- O Juca me humilhou na frente dos meus amigos. Não aceito. Gostaria
que ele
ficasse
doente sem poder ir à escola.
O pai escuta tudo calado enquanto caminha até um abrigo onde
guardava um
saco
cheio de carvão Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o
acompanhou,
calado. Zeca vê o saco ser aberto e antes mesmo que ele pudesse
fazer
uma pergunta, o pai lhe propõe algo:
- Filho, faz de conta que aquela camisa branquinha que está secando
no varal é
o
seu amiguinho Juca e cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu,
endereçado
a ele. Quero que você jogue todo o carvão do saco na camisa, até o
último
pedaço. Depois eu volto para ver como ficou.
O menino achou que seria uma brincadeira divertida e passou mãos à
obra. O
varal
com a camisa estava longe do menino e poucos pedaços acertavam o
alvo.
Uma
hora se passou e o menino terminou a tarefa. O pai que espiava tudo
de
longe,
se aproxima do menino e lhe pergunta:
- Filho como está se sentindo agora?
- Estou cansado mas estou alegre porque acertei muitos pedaços de
carvão na
camisa.
O pai olha para o menino, que fica sem entender a razão daquela
brincadeira,
e
carinhoso lhe fala:
- Venha comigo até o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa.
O filho acompanha o pai até o quarto e é colocado na frente de um
grande
espelho
onde pode ver seu corpo todo. Que susto! Zeca só conseguia enxergar
seus
dentes e os olhinhos. O pai, então lhe diz ternamente:
- Filho, você viu que a camisa quase não se sujou; mas, olhe só para
você
O mal que desejamos aos outros é como o que lhe aconteceu. Por mais
que
possamos
atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, a borra, os
resíduos,
a fuligem ficam sempre em nós mesmos.
Cuidado com seus pensamentos, eles se transformam em palavras;
Cuidado com suas palavras, elas se transformam em ações;
Cuidado com suas ações, elas se transformam em hábitos;
Cuidado com seus hábitos, eles moldam o seu caráter;
Cuidado com seu caráter, ele controla o seu destino.
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Valor
aos Humildes
Durante meu primeiro
ano da faculdade, nosso professor nos deu um questionário.
Eu era bom aluno e respondi rápido todas as questões até chegar a
última:
"Qual o primeiro nome da mulher que faz a limpeza da escola?".
Sinceramente, isso parecia uma piada. Eu já tinha visto a tal mulher
várias vezes.
Ela era alta, cabelo escuro, lá pelos seus 50 anos, mas como eu ia
saber o primeiro
nome dela?
Eu entreguei meu teste deixando essa questão em branco e um pouco
antes da aula
terminar, um aluno perguntou se
a última pergunta do teste ia contar na nota.
"É claro!", respondeu o professor. "Na sua carreira, você encontrará
muitas pessoas.
Todas têm seu grau de importância. Elas merecem sua atenção mesmo
que seja com
um simples sorriso ou um simples
"alô".
Eu nunca mais esqueci essa lição e também acabei aprendendo que o
primeiro nome
dela era Dorothy.
Obs.: Você pode e deve ser importante, mas o mais importante é o
respeito ao próximo
e o valor que você dá aos
humildes.
Autor desconhecido
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